SANTA VITÓRIA DO PALMAR

Rochoso

TIPO:

CLASSE:

CLAN:

GRUPO:

SUB-GRUPO:

TIPO PET.:

EST. CHOQUE:

INTERPERISMO:

PAÍS:

ANO:

DESCRIÇÃO:

CONDRITO

ORDINÁRIO

H-L-LL

L

3

S4

W2

BRASIL - RS

2003

Condrito Ordinário Não Equilibrado L3, com estágio de choque S4 e grau de intemperismo terrestre W2.

PETROGRAFIA:

O meteorito é um condrito não-brechado com olivina e piroxênio não-equilibrado, com fase metálica de FeNi. Os côndrulos são bem definidos e de grande variação nos tipos de textura interna, incluindo a textura de olivina e piroxênio barrado e porfirítico, como as BO, BP, PO, POP e PP.

GEOQUÍMICA:

Olivina (Fa0.5–35.2). Piroxênio (Fs0.5–31.6).

CLASSIFICAÇÃO:

Condrito Ordinário Não Equilibrado L3, com estágio de choque S4 e grau de intemperismo terrestre W2.

CLASSIFICADORES:

A. Greshake, MNB.

HISTÓRIA:

Uma massa de 34 kg, foi encontrada no dia 25 ou 26 de março de 2003 por Roberto Maciel quando procurava por pontas de flecha indígenas nas dunas do Holoceno, na orla da Lagoa Mirim. A grande pedra preta notável e apresentando muitos distintas depressões (regmagitos), as características que ele fez suspeitar datureza meteorítica da massa. Maciel continuou sua pesquisa na semana seguinte e ele encontrou outras duas menores de 4,34 kg e 1,57 kg. Alguns anos antes em 25 de junho de 1997 (07:00 h) um bólido brilhante acompanhado por uma forte série de trovões, deixando um rastro fumaça preta foi vista por muitas testemunhas na fronteira do Brasil-Uruguai. No dia seguinte, o Zero Hora, jornal de Porto Alegre, publicou que o título "Objeto luminoso intriga moradores de duas cidades". Parecia que a trajetória do bólido vinha do norte ao longo da borda da Lagon Mirim e para a direção do Chui, mas com o impacto provável zona entre Santa Vitória do Palmar e do norte de Chui. Muitas testemunhas concordaram que o objeto caiu em uma área denominada "Chácara dos Pinhais". A busca pelo meteorito foi feita do lado brasileiro pelo oficial de polícia civil, Luiz Cavalheiro, na área de Santa Vitória do Palmar, o que foi feito em apenas um dia sem um resultado. Após uma consulta enviada para a base aérea de Santa Maria, que ao revelar que seu radar não registrou qualquer objeto, a pesquisa se deu por concluída. As pedras achadas por Maciel não causaram grande interesse da comunidade rural, que estava tão interessada no evento ocorrido alguns anos antes. A única exceção foi José Maria Pereira Monzon, o curador do Museu local que se interessou, logo que tomou conhecimento da descoberta e conseguiu adquirir os dois fragmentos menores massas para o Museu Municipal Cel. Tancredo F. de Melle Brasil. Ele também realizou a primeira documentação sobre o localização e as circunstâncias do achado. Foi graças ao Monzon que ambas as massas foram preservadas. Infelizmente, a massa principal foi desviada, por um suposto "professor da Universidade do Rio Grande do Sul" que a levou para estudos nunca realizados. Maciel morreu e ninguém se lembra o nome do professor e nem mesmo da Universidade, assim não se sabe onde está o meteorito agora. Uma nova massa de 10,45 kg, foi encontrado por Laurato Correa, um local caçador de fósseis em 14 de fevereiro de 2004, quando prospecção de fósseis reconheceu os regmaglitos e à semelhança do meteorito encontrado por Maciel. A partir desta massa de uma amostra foi enviada para a Alemanha pelo senhor Correa e do meteorito foi analisada por Dr.Ansgar Gresshake e apresentado ao Comitee de Nomenclatura (NomCom) do Meteoritical Sociedade e publicado na Meteoritical Boletim n º 90. Descrição obtida nos documentos do Museu Nacional.

Todas as informações que não possuírem fonte especifica, foram extraídas do Meteoritical Bulletin Database.

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