NOVA PETRÓPOLIS

Metálico

TIPO:

CLASSE:

CLAN:

GRUPO:

SUB-GRUPO:

TIPO PET.:

EST. CHOQUE:

INTERPERISMO:

PAÍS:

ANO:

DESCRIÇÃO:

ACONDRITO

OCTAEDRITO MÉDIO

IIIAB

-

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BRASIL - RS

1967

Meteorito Metálico Octaedrito Médio IIIAB.

PETROGRAFIA:

O meteorito exibe uma bonita e bem formada estrutura de Widmanstätten, com lamelas de kamacita (L/W ~ 25 e largura 1,1 + 0,1 mm), apresentando variação de brilho entre as lamelas. Pela estrutura apresentada, o Nova Petrópolis pertence ao grupo estrutural dos octaedritos médios. As bandas de Neumann cruzam todo o meteorito, em diversas direções, desde as bordas até as inclusões, atravessando geralmente, vários grânulos de kamacita, sendo, que, por vezes, se refletem na passagem desses grânulos. Os campos de plessita e taenita ocupam cerca de 20-30% da superfície examinada, sendo bem variados em forma e estrutura. Os grãos de sulfeto, além de pouco volumosos, são também pouco numerosos. Ao microscópio, o Nova Petrópolis mostra ser constituído essencialmente de kamacita, plessita, e taenita, com quantidades menores de troilita, daubréelita, cromita e schreibersita e quantidades acessórias de carlsbergita. Descrição obtida nos documentos do Museu Nacional.

GEOQUÍMICA:

7.8% Ni, 19.9 ppm Ga, 36.5 ppm Ge e 9.4 ppm Ir

CLASSIFICAÇÃO:

Meteorito Metálico Octaedrito Médio IIIAB.

CLASSIFICADORES:

H. GrunewaldtJ e J. T. Wasson

HISTÓRIA:

No final da década de 70 uma estrada estava sendo aberta no município de Nova Petrópolis através de uma retroescavadeira, quando encontraram um bloco muito pesado parecendo ferro. Este bloco ficou guardado em uma garagem e tornou-se conhecido por "chorar" - na realidade água de condensação durante bruscas mudanças de temperatura. Em 1982 o médico Hardy Grunewaldt conheceu o bloco e, reconhecendo-o como meteorito, adquiriu-o. Metade do bloco foi ao Museu Nacional e a outra metade ficou com o Dr. Hardy. O Museu teve contato com o meteorito e ofereceu-se a trata-lo e serrar fora um pedaço para obter fragmentos de 100 a 200 gramas. Isso foi feito através de um lento e penoso aprendizado, com a colaboração de vários laboratórios da Escola de Engenharia da UFRGS. Uma vez concluído o processo, um fragmento valendo mais de 1500 reais foi incorporado ao acervo do Museu, sendo um meteorito metálico com espetaculares estruturas de Widmanstätten, impermeabilizado com 3 demãos de resina acrílica. É um dos 4 meteoritos conhecidos do estado do Rio Grande do Sul e, além do proprietário, somente o Museu possui um fragmento. Fonte: www.meteorito.com

Todas as informações que não possuírem fonte especifica, foram extraídas do Meteoritical Bulletin Database.

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