MACAU

Rochoso

TIPO:

CLASSE:

CLAN:

GRUPO:

SUB-GRUPO:

TIPO PET.:

EST. CHOQUE:

INTERPERISMO:

PAÍS:

ANO:

DESCRIÇÃO:

CONDRITO

ORDINÁRIO

H-L-LL

H

5

-

-

BRASIL - RN

1836

Condrito Ordinário H5.

PETROGRAFIA:

A textura do meteorito Macau é claramente condrítica, apesar da cristalização ter causado a difusão dos limites entre a matriz e os côndrulos. Os côndrulos são arredondados e as vezes alongados com tamanhos variando de 0.2 a 2.4mm (média de 0.6mm). Sua textura interna é bastante variável, incluindo olivina barrada, piroxênio radial e côndrulos porfiríticos. Fonte: Gomes & Keil (1980).

GEOQUÍMICA:

Análises de Microssonda Eletrônica e mineralógica em Gomes et al. (1977c) mostra olivina Fa19.0, piroxênio bronzita Fs17.4 e metálicos FeNi (kamacita e taenita) são os maiores constituintes. Com menores quantidades tem-se os plagioclásios Ab82.1 An12.5 Or5.4 e troilita. Minerais acessórios incluem cromita, piroxênios ricos em Ca (diopsidio) e óxidos hidratados de ferro, devido ao intemperismo terrestre, associado principalmente às fases metálicas. Fonte: Gomes & Keil (1980).

CLASSIFICAÇÃO:

Baseado na composição mineral, particularmente das olivinas, piroxênios e cromita, conclui-se que o meteorito Macau pertence ao grupo químico H. Apesar do meteorito estar oxidado pelo intemperismo terrestre, a química total é condizente com o grupo H. Assumindo que todo o Fe2O3 formado pelo intemperismo do FeNi, as análises recalculadas mostram o características de grupo H: Fe total é 26.27%, total de FeNi é 18.14% e as razões Fe/SiO2 (0.72), Feº/Ni (9.76) e Fe°/Fe (0.62). A composição uniforme e homogênea das olivinas e piroxênios, a textura pobremente condrítica e o grau de recristalização da matriz indicam que o meteorito pertence ao tipo petrográfico 5 de Van Schmus e Wood (1967). Fonte: Gomes & Keil (1980).

CLASSIFICADORES:

Não informado pelo Meteoritical Bulletin Database. Listado por Derby (1888a, b) Oliveira (1931), Vidal (1936), Hey (1966) e com descrição completa dada por Gomes et al., 1977c.

HISTÓRIA:

O meteorito Macau caiu numa tarde, por volta das 5 da tarde (horário local) na cidade de Macau, estado do Rio Grande do Norte, no dia 11 de novembro de 1836. A chuva de meteoritos caiu acompanhado de barulhos como detonação e fenômenos luminosos (um brilhante bólido visível a mais de 600km de distância do local da queda). Nessa queda, várias vacas da região foram mortas e uma larga quantidade de fragmentos do meteorito foram reportados perto do rio Assu, apesar dos fragmentos terem se espalhado por uma vasta área. Fonte: Gomes & Keil (1980).

Todas as informações que não possuírem fonte especifica, foram extraídas do Meteoritical Bulletin Database.

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