CASIMIRO DE ABREU

Metálico

TIPO:

CLASSE:

CLAN:

GRUPO:

SUB-GRUPO:

TIPO PET.:

EST. CHOQUE:

INTERPERISMO:

PAÍS:

ANO:

DESCRIÇÃO:

ACONDRITO

OCTAEDRITO MÉDIO

IIIAB

-

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BRASIL - RJ

1947

Meteorito Metálico Octaedrito Médio IIIAB.

PETROGRAFIA:

Trata-se de um siderito octaedrito médio do grupo IIIAB. Exibe Estrutura de Widmänstatten com larguras 1,30 +/- 0,20 mm e bandas de Neumann. A kamacita foi recristalizada exibindo grãos de ferrita de 100-500 microns substituindo as lamelas pré-existentes. A taenita e bordas da plessita apresentam contornos arredondados, indicando reaquecimentos possivelmente cósmicos. Corpos subangulares do fosfeto schreibersita são comumente encontrados centralizados nas lamelas de kamacita, não mostrando sinais de recristalização. Não foi constatada a presença de rabdita, apesar da existência de alguns fosfetos precipitados em forma de cunha ao longo dos contornos de grãos. Descrição obtida nos documentos do Museu Nacional.

GEOQUÍMICA:

8.43% Ni, 0.52% Co, 0.23% P, 20.9 ppm Ga, 41.0 ppm Ge, 0.25 ppm Ir. Fonte: Buchwald 1975.

CLASSIFICAÇÃO:

O Casimiro de Abreu é um octaedrito médio típico do grupo IIIAB, que provavelmente sofreu reaquecimentos por uma fonte cósmica numa temperatura entre 500 e 750oC. Não apresenta traços da zona afetada pelo calor (alfa-2) pela passagem atmosférica, indicando se tratar de uma queda bem antiga. Descrição obtida nos documentos de M. E. Zucolotto. Para mais informações sobre o meteorito Casimiro de Abreu, acessar o link a seguir http://evols.library.manoa.hawaii.edu/bitstream/handle/10524/35668/vol2-Car-Ced(LO).pdf#page=11

CLASSIFICADORES:

Não informado pelo Meteoritical Bulletin Database. De acordo com Buchwald (1975), o meteorito Casimiro de Abreu foi descrito e classificado primeiramente por Curvello (1950c).

HISTÓRIA:

O meteorito metálico Casimiro de Abreu com 24,2 kg foi encontrado em 07 de setembro de 1947 na fazenda Andorinhas próximo a Casimiro de Abreu. Os fazendeiros da região pensavam se tratar de minério de ferro e causava curiosidade por minar um líquido “lawrencita” em dias de chuva. Foi reconhecido como meteorito pelo químico Joaquim Seixas, que o comprou e doou ao Museu Nacional. Descrição obtida nos documentos do Museu Nacional.

Todas as informações que não possuírem fonte especifica, foram extraídas do Meteoritical Bulletin Database.

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