BALSAS

Metálico

TIPO:

CLASSE:

CLAN:

GRUPO:

SUB-GRUPO:

TIPO PET.:

EST. CHOQUE:

INTERPERISMO:

PAÍS:

ANO:

DESCRIÇÃO:

ACONDRITO

OCTAEDRITO MÉDIO

IIIAB

-

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BRASIL - MA

1974

Meteorito Metálico Octaedrito Médio IIIAB.

PETROGRAFIA:

Meteorito muito intemperizado, tendo perdido completamente sua crosta de fusão original e, portanto, o calor afetou a zona alfa-2 pelo intemperismo. A estrutura Widmanstätten é bem desenvolvida, endurecida por choque e exibe uma estrutura-epsilon, sugestiva de intensidades de choque acima de 130 k bar. A microdureza do HV 366 × 20 está de acordo com este estado. Taenita e plessita cobrem cerca de 25% por área. Alguns corpos esqueléticos de schreibersita estão presentes nos limites dos grãos. O meteorito é muito pobre em inclusões em 20 cm2; a única inclusão visível presente é um nódulo de troilita de 2 mm, mostrando geminação múltipla devido à deformação. Descrição feita por M. E. Zucolotto, Hardy Grunewaldt e Werner G.K. Schultz.

GEOQUÍMICA:

INAA por Dr. J.T. Wasson (UCLA): Ni (8,43% em peso); Co (0,51% em peso); Ga (20,9 ppm); As (7,24 ppm); Ir (0,397 ppm); Au (0,927 ppm).

CLASSIFICAÇÃO:

O Balsas é um octaedrito médio (largura de banda média de 0,9 mm), posicionando Balsas como membro do grupo IIIA.

CLASSIFICADORES:

J. T. Wasson e M.E. Zucolotto

HISTÓRIA:

Uma massa pesando 41 kg foi encontrada por Mario Rodrigues, o capataz de uma fazenda de gado, durante um ajuntamento em meados de 1974. O meteorito estava no fim de um longo sulco no quintal. Com grande dificuldade, foi removido para a fazenda. A fazenda se chama Fazenda América e fica distante 53 km W do Rio Parnaíba, fronteira do Maranhão e Ceará e 80 km ao sul de Balsas. Como a Fazenda pertence ao distrito de Balsas e não há nenhuma outra cidade nos arredores, o nome proposto de Balsas foi aprovado pelo Comitê Meteorológico e publicado em julho de 1998 no Boletim Meteorológico número 82. Em 1982, a massa foi adquirida por um motorista de caminhão e membro da ACAEFE (Associação Carazinhense de Astronomia e Estudos de Fenômenos Espaciais) no estado do Rio Grande do Sul, apenas em 1997 o Dr. Grunewaldt conhecia o meteorito e informou a descoberta ao Museu Nacional do Rio de Janeiro. Descrição feita por M. E. Zucolotto, Hardy Grunewaldt e Werner G.K. Schultz.

Todas as informações que não possuírem fonte especifica, foram extraídas do Meteoritical Bulletin Database.

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