BURITIZAL

Rochoso

TIPO:

CLASSE:

CLAN:

GRUPO:

SUB-GRUPO:

TIPO PET.:

EST. CHOQUE:

INTERPERISMO:

PAÍS:

ANO:

DESCRIÇÃO:

CONDRITO

ORDINÁRIO

H-L-LL

LL

3.2

S3

W1

BRASIL - SP

1967

Textura condrítica e composição mineral de um condrito ordinário não-equilibrado do tipo químico e petrográfico LL3.2. Estágio de choque S3 e intemperismo W1.

PETROGRAFIA:

Estágio de choque moderado (S3), textura condrítica bem desenvolvida com mineralogia e composições minerais consistentes com um condrito comum não-equilibrado. Todos os tipos principais de côndrulos estão presentes, incluindo olivina porfirítica, piroxênio porfirítico, piroxênio radial e olivina barrada bem desenvolvida. Muitos grãos de metal são compostos de kamacita com inclusões de tetrataenita. Vários chondrules são ricos em Al; um deles mostra uma borda rica em poeira com vidro e minerais ricos em Al. Os principais minerais são forsterita, enstatita e clinoenstatita. O meteorito é uma brecha genômica.

GEOQUÍMICA:

A análise por microssonda eletrônica mostra minerais ferromagnesianos com composição não-equilibrada. Olivina (Fa29.8 ± 13.6; n = 48) e piroxênio de baixo Ca (Fs25.3 ± 16.7Wo1.5 ± 1.1, n = 16). Fe metálico, Ni é composto de kamacita (93% em peso) tetrataenita (47% em peso Fe), taenita (62% em peso Fe) e troillita (61% em peso Fe; 35% em peso S). As bordas das conchas carregadas de poeira têm uma média: Al2O3 = 21,1, MgO = 6,7, SiO2 = 63,7, FeO = 4,1, CaO = 3,3, Cr2O3 = 4,4, todas em% em peso. A brecha genômica tem, em média: Al2O3 = 6,5, MgO = 14,6, Na2O = 0,07, CaO = 4,6, SiO2 = 54,8, FeO = 16,4, Cr2O3 = 0,6, todos em% em peso.

CLASSIFICAÇÃO:

Classificação do grupo LL com base em: densidade aparente (3,3 g / cm3), diâmetro médio do côndrulo (0,8 mm), teor de Fe metálico, Ni (2 vol%), teor de Co de kamacita (1,3% em peso), 20,88 total ferro (% em peso), baixa susceptibilidade magnética (log χ (× 10-9 m3 / kg) = 4,47) com um meteorito de baixa intemperismo (W1) e Fs25.3, Fa29.8 = LL. Classificação Petrológica tipo 3.2 baseada na textura e minerais altamente não-equilibrados: o teor médio de Cr2O3 da olivina ferrosa é de ~ 0,22 ± 0,19% em peso; PMD de Fa teor de olivina = 45, PMD de conteúdo de piroxênio Fs = 65; ausência de albita na mesostase dos côndrulos tipo I e II; matriz <20% recristalizada; Teor de Ni de troilita (0,09% em peso); Heterogeneidade de Ni de kamacita (16,2%); e, a análise de catodoluminescência (CL) mostra CL amarelo raro, CL azul comum, CL vermelho e uma CL de matriz baixa.

CLASSIFICADORES:

R.N. Salaverry, M.E. Zucolotto,K. Keil, J.C. Mendes, A. Zanardo, J. Gattacceca and A. Tosi RJ

HISTÓRIA:

Em 14 de agosto de 1967 às 3h40 (horário local), muitos moradores de São Simão e Buritizal presenciaram uma grande explosão no céu e uma luz tão brilhante que fez o céu brilhar como o dia. Ao ouvir sobre isso, o repórter Saulo Gomes, que trabalhava na TV Tupi, foi a Buritizal investigar a queda e escrever um relatório de jornal. Ele confirmou os relatos e encontrou três fragmentos do meteorito no estábulo de uma pequena fazenda em Buritizal, propriedade de Almir Canc. O evento foi bem documentado à época. Anos depois, em 2014, Saulo Gomes doou um dos fragmentos de meteorito para o Museu Nacional do rio de Janeiro.

Todas as informações que não possuírem fonte especifica, foram extraídas do Meteoritical Bulletin Database.

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