AVANHANDAVA

Rochoso

TIPO:

CLASSE:

CLAN:

GRUPO:

SUB-GRUPO:

TIPO PET.:

EST. CHOQUE:

INTERPERISMO:

PAÍS:

ANO:

DESCRIÇÃO:

CONDRITO

ORDINÁRIO

H-L-LL

H

4

-

-

BRASIL - SP

1952

Condrito Ordinário Equilibrado H4

PETROGRAFIA:

A textura do meteorito é bem condrítica, com côndrulos variando em tamanho de cerca de 0,1-2 mm. Os limites entre matriz e côndrulos são nítidos e bem definidos. As texturas internas dos côndrulos variam consideravelmente. Os tipos mais comuns são de piroxênios radiantes, côndrulos porfiríticos, com cristais de olivina e piroxênio em uma matriz microcristalina; côndrulos de olivina barradas e côndrulos vítreos, com turbidez e principalmente vidro ligeiramente birrefringente. Fragmentos de côndrulos são comuns e a matriz é transparente e microcristalina. Um constituinte principal é o vidro ígneo. Os minerais presentes são: olivina, bronzita, diopsidio, oligoclásio, whitlockita, cloroapatita, kamacita, taenita (plessita), troilita, cromita, cobre nativo, pentlandita, ilmenita, bravoita, mackinawita e calcopirita. (Fonte: Keil & Gomes, 1976).

GEOQUÍMICA:

Olivina (Fa I7.3), bronzita (Fs 16.5), diopsidio (Wo 45.3 En 49.0 Fs 5.7), oligoclásio (Ou 5.4 Ab 84.1 An I0.4). As razões Fe/SiO e FeO/Fe calculadas (0,74 e 0,59, respectivamente) concordam bem com a classificação, pois as médias de Van Schmus e Wood (1967) para os condritos do grupo H são 0,77 e 0,63, respectivamente. Evidência adicional para a classificação do grupo H origina-se do teor total de ferro (27,15%) que é compatível com o valor listado por Keil e Fredriksson (1964), 27,52%, para os condritos do grupo H. (Fonte: Keil & Gomes, 1976).

CLASSIFICAÇÃO:

Com base em dados químicos (composição mineral e global] e texturais, o meteorito Avanhandava é classificado como um condrito ordinário H4.

CLASSIFICADORES:

O meteorito foi descrito "por Arid e Rüegg (1965, 1969), e por Ramdohr (1973). (Fonte: Keil & Gomes, 1976). O meteorito foi descrito detalhadamente por Paar et al., (1976).

HISTÓRIA:

O meteorito caiu num dia de abril de 1952 no Bairro do Borá, a cerca de 10 km da cidade de Avanhandava, estado de São Paulo. Uma simples rocha pesando 9,33kg, com 40 cm de lado maior, foi recuperada de um buraco de 102 cm de profundidade e 51 cm de diâmetro pelo Sr Atushi Hirata. Parece que foram mais de um fragmento do meteorito que caiu. O que o Museu Nacional recebeu apresenta formato poliédrico com crosta de fusão castanho escuro e algumas manchas mais claras. Uma amostra do meteorito ficou em exposição durante um tempo em uma farmácia da região, e não se sabe se foi esta amostra ou alguma outra (ou mesmo um fragmento desta), que teria ido para um Colégio em Amparo. Deste Colégio, a amostra teria ido para o Museu Nacional, segundo uma carta do Hélio C. Chagas de 1958, o Colégio de Amparo ainda não havia recebido a amostra que acredita-se que tenha ido para o Museu através de permuta. Descrição dada por M. E. Zucolotto.

Todas as informações que não possuírem fonte especifica, foram extraídas do Meteoritical Bulletin Database.

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